<p><span style="font-size: 12.16px; line-height: 15.808px;"><br /></span>Raul Pavão (*) <br /><br /><span style="font-size: 12.16px; line-height: 15.808px;"><img src="images/artigos/2015/raul_pavao_1.jpg" border="0" width="65" height="91" style="float: left; margin: 5px;" />A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) publicou recentemente seu estudo anual "Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2014” e um dos destaques foi o avanço registado no Brasil no emprego dos meios digitais para efetivar transações financeiras bancárias, com o registro de que mais da metade das operações bancárias são realizadas via web e mobile banking. </span></p>
<p>A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) publicou recentemente seu estudo anual "Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2014” e um dos destaques foi o avanço registado no Brasil no emprego dos meios digitais para efetivar transações financeiras bancárias, com o registro de que mais da metade das operações bancárias são realizadas via web e mobile banking. </p>
<p>O estudo contém outro dado interessante, apontando que 47% do universo de contas ativas no país realizaram transações nos últimos seis meses a partir do internet banking e 24% por meio de smartphones. São números expressivos, mas a taxa de evolução mais significativa ao longo dos últimos anos foi apresentada pelo emprego de dispositivos móveis para realização de transações financeiras. No período entre 2010 e 2014, o crescimento apresentado por este meio foi de 209%. Trata-se de um ritmo extremamente acelerado que deve se manter ao longo dos próximos anos. <span style="font-size: 12.16px; line-height: 1.3em;"> </span></p>
<p>A consolidação dos canais digitais, porém, tem como contrapartida a necessidade de investimento em segurança. Ainda é grande o universo de pessoas que têm receio de utilizar os meios eletrônicos e de armazenar neles seus dados temendo possíveis fraudes. É um comportamento mais do que natural se analisarmos a frequência com que as manchetes estampam notícias de acessos criminosos a grandes bases de dados de empresas mundialmente reconhecidas. </p>
<p>A falta de confiança nos meios de pagamento móveis é um fator crucial para inibir sua expansão. O mesmo se dá em relação ao comércio on-line. Confiança é fundamental e para fazer frente aos ataques criminosos na web, cada fez mais frequentes e sofisticados, é necessário o investimento em soluções de ponta que combatam efetivamente essas fraudes. </p>
<p>O emprego de senhas dinâmicas de acesso, geradas aleatoriamente e que só podem ser utilizadas uma única vez, tornam inútil o esforço dos criminosos para identificá-la. A proteção dos aplicativos móveis, incluindo os processos de instalação, ativação, utilização e cancelamento, são cruciais para garantir a autenticidade do usuário de Serviços Financeiros Móveis e a integridade das transações realizadas através de apps seguras e isentas de vírus e malwares.</p>
<p><span style="font-size: 12.16px; line-height: 1.3em;">Outra importante arma nesta guerra contra o cybercrime é a adoção de ferramentas de gestão de risco que fazem a análise do padrão e comportamento do consumidor. Dados que integram o perfil do cliente, tais como local de acesso e valor da transação financeira, podem ser muito úteis para inibir tentativas de fraudes, identificando-as a tempo e impedindo que elas sejam bem-sucedidas. </span></p>
<p>É neste sentido do desenvolvimento de soluções que tornem cada vez mais seguras as transações financeiras ou comerciais pelos meios digitais que as empresas diretamente ligadas à questão da segurança nos ambientes móveis estão concentrando e irão cada vez mais focar os seus esforços.</p>
<p>(*) Diretor regional de negócios da Vasco Data Security no Brasil</p>
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