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11 de fevereiro de 2026

Brasil terá participação histórica na CeBIT 2012

Uma nação inovadora, com um setor de TIC altamente flexível, fortemente orientado a serviços e com um enorme potencial de crescimento. É dessa forma que o Brasil se apresentará na CeBIT 2012 (www.cebit.com), de 6 a 10 de março, em uma participação histórica como país parceiro do maior evento mundial voltado às tecnologias digitais.

Pelo 13° ano consecutivo a SOFTEX – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (www.softex.br) será responsável pela organização da presença nacional no evento. A iniciativa conta ainda com apoio e realização do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos e (Apex-Brasil).

A presidenta Dilma Rousseff estará presente à solenidade de abertura, programada para o dia 5 de março e, no dia 6, na companhia da chanceler Angela Merkel, participará da caminhada oficial, oportunidade em que as Chefes de Estado conhecerão algumas das soluções das empresas e instituições presentes.

Os investimentos realizados no setor de TIC, que vêm evoluindo em porte, abrangência e complexidade, bem como o bom momento vivido pela economia brasileira, posicionam o Brasil como uma referência no cenário internacional. E as perspectivas continuam positivas, já que o Observatório Europeu EITO estima para 2012 uma taxa de crescimento de 6% no setor de TIC brasileiro, que alcançará € 92 bilhões. Com o faturamento de US$ 171 bilhões registrados em 2010, o Brasil é hoje o 7º maior mercado interno de TIC do mundo, segundo dados da consultoria IDC, e a 6ª maior economia do planeta.

A delegação de 130 empresas e instituições privadas e governamentais ocuparão seis pavilhões distribuídos pelas quatro plataformas temáticas do evento: CeBIT pro, CeBIT gov, CeBIT life e CeBIT lab. Elas se apresentarão sob a marca Brasil IT+, que identifica a indústria brasileira de tecnologia no exterior, e levarão para a mostra um portfolio bastante heterogêneo: de soluções de segurança da informação, certificação digital, cloud computing, gestão de negócios e de processos produtivos, passando por gerenciamento de tráfego aéreo, sistema financeiro, governo eletrônico, educação, agribusiness e redes de telecomunicação.

As start-ups brasileiras e os centros P&D, com soluções para educação e outros setores, estarão concentrados no Hall 9, e as dedicadas a sistemas eletrônicos de governo no Hall 7. O Hall 11 destacará as tecnologias para telecomunicações e o Hall 12, abrigará as voltadas para o setor financeiro, segurança e certificados digitais. No Hall 6 serão enfatizadas as indústrias-chave de petróleo e agricultura e no Hall 22, jogos e TV digital.