O projeto Consolidação do MPS.BR (2008-2011) do programa MPS.BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro (www.softex.br/mpsbr), coordenado pela SOFTEX, conquistou reconhecimento especial do Prêmio Dorgival Brandão Júnior da Qualidade e Produtividade em Software, o mais importante do País nesta área, durante o XI Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software (SBQS 2012).
“Esta premiação comprova a importância do trabalho realizado no sentido de difundir o uso do modelo MPS junto às organizações brasileiras privadas e governamentais. Estamos começando uma nova etapa do programa MPS.BR, voltada agora à sua expansão tanto no Brasil quanto na Colômbia, México e Peru no âmbito do projeto RELAIS – Rede Latino-Americana da Indústria de Software, apoiado pelo BID/FOMIN, que no Brasil é coordenado pela SOFTEX”, comenta Kival Weber, coordenador-executivo do programa MPS.BR.
O SBQS 2012, realizado na primeira quinzena de junho em Fortaleza pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e a Universidade Federal do Ceará (UFC), contou com diversos apoiadores, entre os quais a SOFTEX, o Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), o CNPq e o Banco do Nordeste.
A programação incluiu a realização da reunião semestral do Conselho de Gestão do Programa MPS.BR (CGP) com o objetivo de apoiar a SOFTEX no planejamento das atividades anuais do programa e no acompanhamento de sua execução.
“Esta foi a primeira reunião do CGP na nova fase de Expansão do MPS.BR (2012-2015), caracterizada pela crescente visibilidade e aceitação internacional do modelo MPS. Ela contou com a participação de 26 “stakeholders” do programa MPS.BR”, explica José Antonio Antonioni, diretor de qualidade e competitividade da SOFTEX.
Neste mês de junho, o programa MPS.BR atingiu a marca de 375 avaliações MPS publicadas: 70% micro, pequenas e médias empresas e 30% grandes organizações públicas e privadas. O modelo MPS está em conformidade com as normas internacionais ISO/IEC 12207 – Processos do Ciclo de Vida do Software e 15504 – Avaliação de Processo, é compatível com o modelo CMMI – Capability Maturity Model Integration, e adota as melhores práticas da Engenharia de Software, além de ser adequado, tanto sob o ponto de vista técnico como de custos, à realidade das organizações de todos os portes.
