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A D-Link anuncia uma parceria com a Universidade Estádio de Sá, com investimento de US$ 30 mil para montar um laboratório de Redes destinado ao curso de Redes de Telecomunicações do Campus Praça Onze (Rio de Janeiro). Além de equipar o laboratório, a D-Link também treinará 20 professores do curso, ensinando-os a instalar, configurar e manusear as soluções. O objetivo é que os professores possam capacitar os seus alunos com as tecnologias de ponta fornecidas pela D-Link e, principalmente, com as práticas adequadas para a melhor utilização dessas tecnologias . Segundo o diretor de serviços da D-Link Brasil, Wagner Moita, atualmente existe uma carência de profissionais no segmento de infraestrutura de redes e a D-Link firmou esta parceria para reforçar seu comprometimento com a formação de profissionais qualificados por meio dos programas de capacitação. O projeto em conjunto com a Universidade Estácio de Sá faz parte da estratégia da D-Link de aumentar a participação de mercado de tecnologia para a vertical de educação, na qual a companhia já possui 11 clientes no Brasil. “A Estácio é um grupo de instituições de ensino superior de grande credibilidade no Brasil. A parceria será uma importante vitrine para a D-Link junto ao público universitário e às instituições do setor educacional”, explica Wagner Moita. Para compor a infra-estrutura do laboratório, a D-Link forneceu 26 soluções de redes, wireless, monitoramento IP e VoIP: duas unidades dos switches de acesso DES-3526; dois Acess Point DAP-1353, que operam no padrão 802.11N; 14 placas de rede DWA-510, que operam no padrão 802.11G; duas câmeras de duas câmeras de monitoramento DCS-3220; e dois telefones IP modelo DPH-150S. Todas as soluções serão distribuídas igualmente em dois racks, também fornecidos pela D-Link, que são 100% redundantes. A redundância é o grande diferencial do laboratório, pois, caso haja falha em um rack, o outro automaticamente passa a operar no lugar.
Devemos saber se o hardware em que se encontra o HOST suporta a nova versão do Vsphere (podemos ter a lista detalhada de hardwares homologados no próprio site da Vmware), precisamos saber se vamos atualizar, ou “apagar e instalar de novo”, o por que estamos atualizando,e se é o momento ideal para isso.Partimos sempre do princípio que deve ser muito bem estruturada e organizada a atualização, de “simples” pode se tornar algo complexo. Guilherme Friol guilherme@scherm.com.br
Não menos importante, a Vmware resolveu investir em soluções para iSCSI. As melhorias na parte de hardware e software permitem uma melhora significativa na redução de overhead de CPU. Quando falamos em falhas, problemas, lembramos na hora dos termos “downtime” e “data loss”. Imagine que você tenha um precioso banco de dados, que contém todas as informações de sua empresa, e “puff” cai o host em que se encontra o servidor do banco. Na hora já vem em mente: “Vou perder N minutos ou horas sem trabalhar e corro o risco de ainda ter corrompido arquivos e ter que restaurar backup”. Com o Vsphere 4, isso se reduz a “zero”. Eis a pergunta: “por que?”, o Vsphere 4, cria uma cópia secundaria das VMs, que fica rodando em um host diferente. Sendo assim, caso haja uma interrupção da VM, a secundária instantaneamente assume, sem interrupção da aplicação. Na área de gerenciamento, o Vsphere 4 vem com muitas novidades, como por exemplo: Alarmes de fontes, system board e ventiladores(FANs). A nova interface do Vcenter, também gera uma topologia da infra de Storage, para facilitar na hora de virtualizar e fazer troubleshooting de storage. Uma grande melhoria nos gráficos, permitindo agora escolher a visualização em tempo real ou em intervalos determinados de tempo. Falando em escalabilidade, as VMs também sofreram mudanças, podendo agora atingir o número de 8 CPUs por VM(contra 4 no ESX 3.5) e ter até 255GB de memória(contra 64 no ESX 3.5). Um dos recursos que me chamou a atenção foi o Enhanced VMotion Compatibility (EVC), que configura automaticamente servidores com com IntelFlex Migration e AMD-V Extended Migration para serem compatíveis com servidores que utilizem CPUs antigas, e agora permitindo também que até 256 VMS sejam ligadas simultaneamente (no ESX 3.5 era suportado 128). Atualização: quais os cuidados que devemos ter? Primeiro, devemos ter conhecimento de todo nosso ambiente, recursos habilitados (HA,DRS, Vmotion, etc), NICS, Storage, e todo o resto...
Vsphere 4, todos pensamos, quais as diferenças? Compensa atualizar? Quais os cuidados que devo ter na atualização de versões? Meu hardware suporta atualização? São duvidas que todos temos, e que agora vamos esclarecer algumas. Uma das grandes novidades do Vsphere 4 é o Power Management. Este recurso analisa todos os hosts, identificando os que têm menor utilização ou nenhuma e o colocando em standby.Um exemplo: suponhamos que eu tenha 5 hosts ESX, o Vsphere identifica que um dos hosts tem apenas uma máquina virtual ou nenhuma. Ele coloca em standby esse host, e quando for necessário, ele ativa o host novamente e realoca as VMs para ele, assim economizando energia. Outra grande novidade no Vsphere 4, é a escalabilidade do Host. Atualmente o novo Vsphere 4, suporta até 1TB de memória por host (contra 256 do antigo ESX 3.5)e até 256 CPUs por host, assim tendo uma maior consolidação de VMs por host, agora podendo consolidar até 320 VMs por host, contra 170 no antigo ESX 3.5. Outra novidade é que o Service Console e o VMKernel são 64 bits. Na parte de Storage tivemos algumas mudanças significantes, como o Thin Provisioning, que elimina a necessidade de alocação full de capacidade. Aí vem a pergunta: alocação FULL? Sim, no ESX 3.5, quando criávamos uma máquina virtual dedicávamos um tamanho X de disco, independente de ser muito além do que a máquina precisava. Atualmente, com o Thin Provisioning, podemos dedicar apenas a capacidade necessária, assim, quando a VM precisar de mais espaço, serão gerados alertas para o administrador ou através do Storage Vmotion, a VM é migrada para outro Storage. Um novo recurso que não podemos deixar de falar também é o Volume Growth, com essa funcionalidade é possível redimensionar o volume VMFS (disco da VM) sem a necessidade de interromper a VM em execução...
A D-Link, líder mundial no fornecimento de soluções de redes, segurança, armazenamento de dados e vigilância IP, anuncia o lançamento da segunda geração do switch Gigabite de oito portas DGS-1008D, que proporciona até 84% de redução no consumo de energia, sem sacrificar o desempenho de rede. A otimização do consumo de energia é possível graças à tecnologia Green Ethernet da D-Link. A nova geração do switch ecológico não-gerenciável DGS-1008D, voltado para os mercados de varejo e SoHo (Small Office/Home Office), possui mais recursos para economia de energia, incluindo uma fonte de alimentação compatível com o ENERGY STAR (programa contra desperdício de energia em computadores). O lançamento faz parte de uma iniciativa da D-Link para expandir a atuação com a tecnologia Green Ethernet, que inclui a produção de produtos com responsabilidade ambiental, embalagens ecológicas, dispositivos de otimização compatíveis com o programa ENERGY STAR, orientação ao consumidor e programas de reciclagem. “O objetivo é manter a liderança do setor como empresa pioneira na tecnologia verde, criando recursos que permitam que os produtos economizem ainda mais energia, sem sacrificar o desempenho", afirma o gerente de marketing de produtos da D-Link Brasil, Adriano Luz. Ele ainda ressalta que, com isso, “a companhia busca novos caminhos para proteger o meio ambiente e ajudar os usuários a economizar dinheiro na execução de suas atividades". O switch Gigabite de 10/100/1000 Mbps (megabits por segundo) da D-Link é uma excelente opção para pequenos grupos de trabalho, já que permite conectar de forma simples qualquer porta de 10 Mbps, 100 Mbps ou 1000 Mbps, atendendo às demandas de tráfego de qualquer usuário. O preço sugerido do switch DGS-1008D é R$ 259,00.