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Quando a Dedalus foi criada, em 1989, o Brasil estava sob a reserva de mercado, que controlava o acesso às tecnologias mundiais. Ter sobrevivido e, mais do que isto, desenvolvido a atuação desde então foi um desafio não somente para a Dedalus, mas para todo o setor. Nestes 20 anos a Dedalus teve forte e reconhecida atuação como fabricante de hardware, revenda e como integrador de soluções UNIX/RISC da Sun Microsystems, atingindo a posição de maior parceiro da America Latina. A empresa criou um dos primeiros datacenters do mercado nacional durante a bolha da Internet, a Dedalus.com, posteriormente DHC – e logo depois adquiriu a Primesys TI da Portugal Telecom, e se estabeleceu como empresa de serviços especializados de TI. “São dois os segredos da Dedalus para se preservar neste tempo todo em um mercado altamente competitivo: a inovação e a preservação dos princípios que regem a empresa”, comenta Maurício Fernandes, fundador e presidente da Dedalus. A crise do início de 2009 foi obviamente uma excelente oportunidade para empresas ágeis, enxutas e focadas nos clientes. “A Dedalus soube aproveitar bem a oportunidade oferecendo soluções mais acessíveis, em especial a partir do conceito de outsourcing e cloud computing para trazer inovação e time-to-market para seus clientes. Com isso, tivemos em 2009 o melhor ano desde a aquisição da Primesys, em 2006”, avalia Ricardo Bueno, diretor financeiro da Dedalus. Para 2010 a Dedalus vai investir fortemente na plataforma Google para empresas, uma tendência mundial que acaba de chegar no Brasil. “Já temos 8 clientes e vamos expandir muito a parceria com a Google para utilizar nossa experiência para ajudar o mercado brasileiro a migrar seus sistemas para esta plataforma, simplificando seus sistemas de TI e fundindo – e não apenas aproximando – o negócio das corporações com as tecnologias de TI. Com isso devemos crescer 25% em 2010, sendo a plataforma Google responsável por cerca de 45% de nosso resultado”, conclui Fernandes.
A Adaptive Planning aponta o mercado brasileiro como altamente promissor para a adoção de novas tecnologias para o planejamento de negócios, acompanhando o crescimento da economia brasileira, uma das poucas que obteve rápida recuperação à crise do ano passado. A empresa atua no Brasil por intermédio da ODE Peopleware e espera aumentar o número de clientes corporativos no Brasil em todos os segmentos da economia a partir da oferta de uma solução com um custo comprovado de até 75% menor que as ferramentas tradicionais de mercado. A aposta está cimentada no aumento da demanda por soluções de planejamento em empresas de menor porte no Brasil. “Todas as organizações, independente de seu porte, necessitam, ou deveriam, realizar seus planos de orçamentos, forecasts e relatórios das atividades para garantir o alinhamento, a participação e responsabilização entre finanças, administração e os executivos”, comenta Neil Thomas, vice-presidente de vendas da Adaptive Planning. “A maioria das empresas brasileiras hoje ainda confia nas planilhas como ferramenta de planejamento centralizado para finanças, mas são empresas que estão em fase de crescimento e necessitam uma tecnologia avançada”, acrescenta. “No mercado brasileiro existe uma grande oportunidade para as ferramentas de planning e é grande o desejo de melhorar processos de planejamento. Até pouco tempo, este desejo era restrito pela limitação da capacidade de acesso aos recursos de TI realmente funcionais e de menor custo. É por este motivo que vemos o Brasil como promissor para a utilização da aplicação de planning pelas empresas”, afirma. Mário Kohara, diretor da ODE Peopleware, concorda com esta análise de Neil Tomas e prevê que no ano de 2010 a parceria Adaptive/ODE deverá render ótimos resultados. “Quando iniciamos a parceria há um ano, notamos durante as conversas com as empresas locais que, de fato, muitas delas ainda não utilizavam uma ferramenta de planning devido aos custos elevados de licenciamento”.
A Inteleca, desenvolvedora do software Empresário de gestão para micro e pequenas empresas, acaba de liberar o módulo Loja-Frente de Caixa de seu principal produto. O novo módulo agora faz parte do ERP e foi criado para garantir a automação de todas as atividades relacionadas à frente de caixa das pequenas e micro empresas, incluindo a emissão de Cupom Fiscal (ECF) e a Transferência Eletrônica de Fundos (TEF). Para as empresas que necessitam emitir a Nota Fiscal Eletrônica, a empresa oferece um módulo dedicado a esta tarefa. Além de oferecer uma aplicação avançada de gestão, com mais de 65 mil usuários em todo o País, o software Empresário, a partir de seu módulo Loja-Frente de Caixa, elimina as tarefa repetitivas do pequeno empreendedor e aumenta a automação dos processos de negócios. O módulo oferece ao Ponto de Venda (PDV) a capacidade de automação comercial na venda dos produtos levando-se em conta o Emissor de Cupom Fiscal (ECF) homologado na maioria dos estados da federação e nos diferentes e todos os fabricantes. Controle de estoque, envio do CPF ou CNPJ ao fisco entre outras funções e, integrado ao Empresário, permite a emissão da Nota Fiscal Eletrônica se for o caso. Possibilitando uma gestão centralizada, organizada de baixo custo e de fácil implantação. “Para os pequenos empresários com pontos de vendas, o novo módulo Loja-Frente de Caixa integrado ao software Empresário será de grande utilidade”, afirma Francisco Fernandes, diretor de Novos Negócios e Relacionamento da Intelecta. “As pequenas empresas podem ter um grande volume de negócios, mas não conseguirão sobreviverem à concorrência se não optarem pela informatização dos negócios a partir de um sistema de gestão eficiente e integrado. A necessidade da gestão da frente de caixa faz parte da vida dos empreendedores e, certamente, necessitam de uma aplicação rápida e eficiente para isso. O módulo integrado ao software Empresário chega para atender a esta crescente demanda do mercado”, afirma.
Como automatizar e criar indicadores para mensurar a performance de um Centro de Serviços Compartilhados. Esse será o tema central da palestra “Automação dos indicadores de performance de um CSC”, ministrada por Marcos Massena, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Astrein no Shared Services Brasil 2010, conferência que acontece entre os dias 19 e 21 de janeiro, em São Paulo. A empresa, que oferece soluções voltadas à gestão das atividades de back office realizadas pelos departamentos Suprimentos, Financeiro, RH, TI e Facilities, será ainda uma das patrocinadoras do evento. Em sua apresentação, Massena vai discutir o esforço das empresas em produzir indicadores de performance no Centro de Serviços Compartilhados, que vem tomando boa parte do tempo e energia dos gestores desses centros. “Praticamente todos os processos exigem atividades que extrapolam o ERP. Muitos, inclusive, permeiam vários sistemas distintos dentro da mesma empresa. Para que o custo da medição não exceda o benefício gerado, estes indicadores devem ser apurados de forma barata e automática, porém não menos precisa”, explica. Agenda “Automação dos indicadores de performance de um CSC”, por Marcos Massena Shared Services Brasil 2010 Data: 19 a 21 de janeiro Horário: das 8h às 18h Local: Amcham Business Center Rua da Paz, 1.431 – Chácara Santo Antônio São Paulo - SP Informações e inscrições: http://www.cscbrasil.com/Event.aspx?id=241182
A Astrein, empresa especializada em soluções voltadas à gestão de processos nas áreas de Suprimentos, Financeiro, RH, TI e Facilities, apresenta no dia 28 de janeiro a palestra “Melhores Práticas em Padronização e Saneamento de Dados e os Impactos nas Iniciativas de Suprimentos”, que será ministrada pelo diretor de Serviços da empresa, Paulo Roberto Zampieri Nunes. A palestra é parte da programação do 11º Congresso de Compras 2010, que acontece nos dias 27 e 28 de janeiro, em São Paulo. A Astrein será uma das patrocinadoras do evento. Durante sua apresentação, Nunes abordará as melhores práticas para a implementação de projetos de padronização e saneamento de cadastros, e destacará os principais pontos de atenção para obtenção dos resultados esperados, bem como os impactos destes resultados nas iniciativas de suprimentos. “O saneamento e padronização de cadastros cada vez mais vem ganhando espaço. É um sinal que as empresas estão buscando maior controle e produtividade aliados a menores custos em seus processos de compras. Para a Astrein, eventos como este só tendem a crescer, porque o mercado tem a necessidade de absorver e implementar prioritariamente essas estratégias”, afirma Nunes. Agenda Palestra “Melhores Práticas em Padronização e Saneamento de Dados e os Impactos nas Iniciativas de Suprimentos”, por Paulo Roberto Zampieri Nunes 11º Congresso de Compras 2010 Data: 27 e 28 de janeiro Horário: das 8h às 18h30 Local: Hotel Holiday Inn R. Profº Milton Rodrigues, 100 Parque Anhembi – São Paulo/SP Informações e inscrições: 11 3017-6888 / www.informagroup.com.br/compras