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A Abramulti, entidade que reúne os provedores de serviços de Internet e comunicação de dados multimídia, defende a desagregação das redes como solução para o problema do estrangulamento das redes de telefonia que afetam o acesso à Internet banda larga no País. De acordo a Abramulti, novas panes poderão acontecer caso a concentração das redes sejam mantidas nas mãos das operadoras de telefonia. A Abramulti também discorda do retorno da venda do Speedy da Telefónica sem as devidas mudanças nas regras de competição no mercado de banda larga no Brasil. “Certamente, a partir de regras bem definidas pela ANATEL, inclusive para os produtos e serviços, a desagregação das redes deverá ocorrer de modo eficiente no Brasil”, comenta o dirigente. “Este novo cenário permitiria que todos os provedores de serviço de conexão à Internet pudessem ter as reais condições de ofertar os mesmos serviços a preços competitivos. A permissão para o uso das estruturas físicas existentes no país, que pertence ao governo e não às operadoras, por todos os agentes provedores dos serviços de telecomunicações com licença SCM resultaria, também, pode garantir o acesso à banda larga a todos os municípios brasileiros”, acrescenta. Ao justificar a posição da Abramulti, Santos sugere um cenário hipotético: “Imaginem uma situação na qual as operadoras de telefonia cuidem de todo o cabeamento nas ruas e nós, provedores, instalaríamos o modem na casa do assinante, fornecendo o link de internet e todo o controle de acesso. Na prática, um provedor de Belo Horizonte poderia oferecer seu serviço em Manaus usando os cabos da operadora local naquela cidade. Mas, é isso justamente o que elas (operadoras) não querem que aconteça, pois perderiam o controle sobre os links de internet, inclusive das chamadas telefônicas de longa distância com custo hiper reduzido, via VoIP e conseqüentemente o poder que tem sobre o mercado de banda larga ”, explica.
A ENG DTP & Multimídia foi a primeira empresa do setor a oferecer capacitação e certificação na tecnologia Adobe FLASH, quando a ferramenta chegou ao país para mudar o jeito como as animações na web eram criadas. Agora, a empresa comemora 12 anos como o principal centro de treinamento em Flash e anuncia novas turmas para a plataforma, que agora passa a ter o Flex incorporado à suíte. Da evolução do FLASH no processo de criação de sistemas corporativos surgiu o FLEX, tecnologia tem a ENG como centro de capacitação desde, com turmas ininterruptas em São Paulo, Curitiba e Brasília e com grandes cases de sucesso, tais como a SANGARI (portal multimídia para ensino), Itaú Cultural (postal sobre a Bossa-Nova), BANCOOB (com sistemas de gestão bancária integrando diversas tecnologias) e SEBRAE-PR (com sistemas de cruzamentos de dados estatísticos sobre empresas no Paraná e no Brasil). Para o mundo do ensino à distância, a plataforma Adobe Flash oferece soluções como o Adobe Connect, que, além de criar conteúdo em tempo recorde, também propicia a Web-Conferência com áudio, vídeo e troca de arquivos em tempo real e com elevado nível de colaboração, incluindo o uso de aplicações compartilhado por várias pessoas ao mesmo tempo. Para esta ferramenta de e-Learning a ENG já capacitou mais de 200 técnicos focados em coordenar atividades de EAD na plataforma FLASH e Adobe Connect. Os treinamentos ministrados pela ENG são oficiais e dão direito ao certificado ADOBE, bilíngüe é reconhecido em todo o mundo. “Um dos grandes diferenciais da ENG é o Atestado de Proficiência, oferecido aos alunos que entregam um projeto-piloto e que obtém nota superior a 7.0 na prova final, também aplicada pela ENG”, conta Álvaro Venegas, diretor da empresa. “Por conta disso, dezenas de empresas enviam suas vagas de emprego para o site da ENG, onde explicitam a necessidade de formação na ENG e do Atestado de Proficiência de nossa empresa”, acrescenta.
São Paulo – 17 de agosto de 2009. O Grupo Alcateia acaba de assinar contrato com a Corel para distribuir no Brasil toda sua linha de produtos nas modalidades Educacional, Comercial e de Contratos. Com esta nova parceria o Grupo busca diversificar ainda mais a gama de softwares já comercializados pela Alcateia, oferecendo um portfólio amplo a todos os canais com que atua - varejo, OEM’s, VAR’s e revendas de informática em geral – por meio de uma estrutura segmentada de venda. A parceria é estratégica, pois a Corel oferece soluções para quatro importantes seguimentos (edição de imagem digital; ilustração e pintura com mídias naturais; área gráfica e produtividade para escritórios) e a Alcateia tem focado no atendimento aos clientes corporativos, varejo e integrados, possuindo também soluções para ambos os seguimentos. Entre os produtos que serão distribuídos pela empresa destacam-se o Suíte de Aplicativos Gráficos CorelDRAW® e o Corel® Paint Shop Pro® Photo, conhecidos softwares de ilustração e design, utilizados amplamente em todo o país por diversas empresas e profissionais. A princípio a distribuição se feita pela Abano, unidade do Grupo Alcateia no Rio de Janeiro, e atenderá a todo o país. Entre as principais vantagens alcançadas pela nova parceria encontra-se a flexibilidade dos produtos Corel, que podem ser facilmente adaptados para ofertas em diferentes canais parceiros da Alcateia, garantindo assim uma significativa penetração no mercado. Carlos Tirich, diretor Comercial do Grupo Alcateia, afirma que a ação atende à estratégia da Alcateia que é “ampliar ainda mais seu mix de softwares, que desde maio já contava também com Open, OEM e FPP da Microsoft”. Devido à estrutura de vendas adotada pela Alcateia para a prospecção de negócios em todos os canais com potencial de vendas para a Corel, a expectativa é de que esta parceria gere grandes oportunidades de negócios para ambas as empresas.
A GSA – Global Mobile Suppliers Association, entidade que representa os fabricantes de aparelhos móveis GSM/WCDMA-HSPA e LTE, liberou seu mais recente relatório que aponta a existência de 1.605 modelos de dispositivos móveis no mercado global com capacidade de suportar velocidades de transmissão de dados superiores a 1.8 Mbps, lançados por 183 fabricantes em todo o mundo, o que representa um aumento de 121% em comparação aos últimos 12 meses. O número de notebooks equipados com dispositivo HSPA triplicou e o número de smartphones dotados de capacidade banda larga também subiu 88% no mesmo período. Mais de 2/3 de todos os dispositivos HSPA (1070 modelos) suportam velocidades superiores a 3.6 Mbps e há um significativo número (595 modelos, 46% do total) que suporta velocidades superiores a 7.2 Mbps. Muitos destes produtos já estão disponíveis nos países da América Latina, o que sinaliza um forte crescimento da nova geração de serviços móveis via banda larga móvel em vários países da região. Como resultado desta movimentação, o estudo da GSA Association releva que os dispositivos HSPA de 7.2 Mbps estão se tornando uma nova base referencial para a nova geração de banda larga em todo mundo, impulsionando uma nova gama de serviços de valor agregado para os assinantes móveis latino americanos, os quais serão beneficiados com o aumento das capacidades e funcionalidades dos aparelhos móveis HSPA. De acordo com Alan Hadden, presidente da GSA Association, “com um maior número de redes comerciais na América Latina com maior capacidade de downlink de dados, os quase 600 dispositivos compatíveis com 7.2 Mbps sinalizam para uma nova realidade no mercado de banda larga móvel a partir da utilização da tecnologia HSPA”, comenta o dirigente. “Para os países da América Latina esta nova realidade também representa um importante passo rumo à nova geração de serviços móveis de elevado valor agregado”, afirma Hadden.
Diferente das Empresas S.A., as empresas civis de responsabilidade limitada, conhecidas pela nomenclatura LTDA, estão com maior dificuldade para conseguir acompanhar a adequação contábil e patrimonial à IFRS (International Financial Reporting Standards) contida na Lei 11.638, reconhecida como o primeiro passo rumo à convergência das normas brasileiras às normas internacionais. As dificuldades relatadas pelas companhias LTDA foram identificadas pela Global Consultoria e a Sispro, empresas que estão atuando em parceria para oferecer ao mercado um pacote de serviços destinados a apoiar as empresas no atendimento a esta demanda legal. De acordo com Gilberto Oliveira, especialista em gestão de Patrimônio e Impairment da Global/Sispro, as dificuldades foram apuradas depois de uma série de consultas e visitas a empresas que atuam em ambas as modalidades societárias e que necessitam atender ao que determina a Lei 11.638, à normativa 527 da Comissão de Valores Mobiliários, ao CPC 01 (Comitê de Pronunciamento Contábil) e ao IAS 36 (International Accounting Standards), visando adequação ao modelo IFRS. “Notamos que estas companhias não possuem a mesma cultura organizacional das S.A.”, comenta Oliveira. “Isto acontece porque elas nunca tiveram a necessidade de ter seu balanço realizado e publicado da mesma maneira como acontece com as sociedades anônimas. Não se trata de uma crítica nem de uma situação grave, mas é uma realidade de que necessita ser alterada”, destaca. De acordo com Oliveira, as sociedades limitadas estão enfrentando maiores dificuldades na hora de se organizarem, inclusive porque suas equipes nunca receberam este tipo de demanda e treinamento para isso, o que deverá exigir maior trabalho em todas as fases do processo, inclusive melhor entendimento sobre o que realmente pode ou não pode ser feito. “De fato, estas companhias necessitaram de um tempo maior e mais apoio dos serviços de consultoria para concluir este processo”, acrescenta.

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