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SYNNEX Westcon apoia RNP na migração para nuvem do sistema de distribuição de vagas do operação do Sisu

Publicado em Atualidades
02 Agosto 2020

Rede Nacional de Ensino e Pesquisa inova e economiza para o MEC mais de 15 milhões de reais no primeiro ano de funcionamento. Sistema responsivo atende a preferência do estudante por celular e, na segunda edição da seleção do ano, permanece disponível 100% do tempo

A SYNNEX Westcon-Comstor atuou em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), na migração e operação do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para o ambiente em nuvem. O portal possibilita a distribuição de vagas nas instituições de ensino brasileiras, públicas e gratuitas aos estudantes que prestam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Executado em nuvem pela primeira vez em janeiro deste ano, o novo Sisu demonstrou vantagens significativas no que toca a desempenho, economia e experiência do usuário. Com as inscrições para distribuição de vagas para o segundo semestre, o sistema confirmou suas vantagens.

Em sua nova versão, o Sisu migrou para a nuvem pública e tornou-se um sistema responsivo, levando em conta a preferência dos estudantes pelo uso do celular em relação a desktop. Na primeira edição da seleção, em janeiro de 2020, o portal permaneceu disponível cerca de 91,6% do tempo para os 1.795.211 inscritos que fizeram 3.458.358 inscrições (cada candidato pode realizar até duas inscrições). Já na segunda edição, em julho, a disponibilidade do site foi superada: ficou no ar por 100% do tempo para que os 424.991 estudantes inscritos pudessem fazer 814.476 inscrições.

De acordo com estimativa da RNP, no primeiro ano de funcionamento em nuvem o sistema deverá proporcionar ao Ministério da Educação (MEC) uma economia superior a 15 milhões de reais, redução de mais de 76% em comparação à execução em infraestrutura própria. Em cinco anos, a economia para o Ministério da Educação deverá ser de 22 milhões de reais.

“Rompemos a barreira da novidade. Apresentando um excelente índice de qualidade de serviço com economia de custos, nosso projeto de migração para a nuvem chamou atenção de várias instituições de ensino e pesquisa, que agora desejam também mudar para a nuvem”, comenta Hélder Vitorino, Gerente de Serviços da RNP.

A RNP, que ajudou a trazer a internet para o Brasil, mantém sua tradição no que toca a inovar no campo da educação ao comprometer-se junto ao Ministério da Educação a elaborar um plano de trabalho, incluindo estratégia de utilização de computação em nuvem para os sistemas críticos mantidos pelo MEC, com o melhor custo-benefício. O Sisu, em sua edição de janeiro deste ano, funcionou como projeto-piloto da iniciativa.

Historicamente, o Sisu apresentava problemas de lentidão e indisponibilidade em função da quantidade de acessos simultâneos e da infraestrutura necessária para suportar a demanda, além das questões de infraestrutura. O Sisu carecia de inovação tecnológica para acompanhar o surgimento de novas tecnologias em uso pelos estudantes, como a preferência por dispositivos móveis em detrimento do uso de desktops.

Com suporte da SYNNEX Westcon, sob a coordenação da RNP, o sistema migrou para a nuvem depois de passar por atualização por parte das equipes de TI do MEC. Na opção pelo ambiente de nuvem, a economia de custos é um ponto importante. Leva em conta o fato de que a demanda pelo Sisu se concentra em duas épocas do ano, em janeiro e em julho – quando se realizam os processos seletivos dos candidatos. Assim, faz mais sentido para o MEC pagar pelo uso do que manter em casa uma infraestrutura dedicada.

O Gerente de Soluções da RNP, Roosevelt Benvindo de Oliveira, destaca: “Essa solução tecnológica desenvolvida pelo MEC tem vários benefícios técnicos e de negócio que o tornam inovador e desafiador sob o ponto de migração para o paradigma de nuvem. Podemos destacar a maior agilidade para adaptação às mudanças tecnológicas, escalabilidade no uso dos componentes computacionais e a redução de custos com infraestrutura interna. Porém, enfatizo o benefício sob o ponto de vista de inovação, uma vez que esse projeto é revolucionário no âmbito da Administração Pública Federal (APF) e está aderente às orientações para transformação digital na APF, promovidas pela Instrução Normativa Nº 1, que dispõe sobre o processo de contratação de soluções de TIC”.

Em janeiro de 2020, o novo Sisu entrou em operação sob a responsabilidade de profissionais da RNP, que trabalharam em conjunto com arquitetos e desenvolvedores da fábrica de software do MEC, além de profissionais da SYNNEX Westcon.

“Para nós, da SYNNEX Westcon-Comstor, foi desafiadora a participação nesse projeto, que, devido a sua natureza, não podia falhar ao entrar em operação. O trabalho foi intenso, gratificante, e temos que dar os parabéns à RNP pela competência com que conduziu todo o processo”, diz Carla Langiano, Cloud Solutions Director na SYNNEX Westcon-Comstor.

O acerto da opção da RNP, tanto do ponto de vista econômico como no que diz respeito a desempenho e experiência do usuário, pode ser demonstrado em números:

- Na primeira edição do Sisu, durante os seis dias de inscrição, foi registrado pico de 210 mil usuários simultâneos, com recorde de sete mil inscrições por minuto (mais que o dobro que os números da mesma edição em 2019), com média de 1,5 milhões de acessos diários. Na segunda edição, o portal chegou a ter cerca de 27 mil usuários simultâneos e computou até 2.767 inscrições por minuto;

- Em janeiro, 66% dos usuários acessaram o portal por dispositivos móveis, enquanto cerca de 35% optaram por desktop. A agilidade do sistema em nuvem garantiu que o tempo médio de inscrição fosse 19% mais rápido com dispositivos móveis e 21% utilizando-se desktops. Em julho, mais usuários preferiram uso mobile: 70% contra 30% que usaram computadores tradicionais;

- Ao final do quinto ano de utilização no novo sistema a economia deverá ser de mais de 22 milhões de reais, o que corresponde a 76% de redução de despesas em relação à infraestrutura on-premise;

- Estudo da RNP aponta que a economia realizada nos cinco primeiros anos de adoção do sistema em nuvem é suficiente para executar o Sisu por mais cinco anos sem custos adicionais.

 

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