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Empresa de segurança digital paga até US$ 1 milhão em caso de sequestro de dados

Publicado em Atualidades
06 Maio 2019

Garantia é dada aos usuários do SentinelOne Endpoint Protection, solução que reúne prevenção, detecção e resposta a ataques, e usa IA e machine learning

A distribuidora de valor agregado, CLM, e a israelense SentinelOne anunciam no Brasil a extensão da garantia de até 1 milhão de dólares para o caso em que clientes sofram ataque de ransomware, em que piratas sequestram dados, exigindo resgate em criptomoedas. Esse tipo de garantia já é oferecido no exterior pela SentinelOne e a empresa se orgulha de nunca ter precisado honrá-la.

Vale mencionar que esse seguro é suis generis, uma vez que respalda financeiramente a empresa vítima de ataque de ransomware, de modo que esta, em casos extremos, tenha condições de negociar com os sequestradores, o que os seguros cibernéticos normalmente não fazem. “É importante ressaltar que negociar com esse tipo de atacante não é recomendável, mas em casos em que seja necessário pagar o resgate de dados altamente críticos e dos quais pode depender a vida a vida da empresa ou de outros,  a garantia da SentinelOne passa a ser essencial” comenta o diretor do Data Protection Unit da CLM, Marcelo Lanzuolo.

A Plataforma SentinelOne Endpoint Protection (EPP), com inteligência artificial, machine learning, analisa o comportamento e protege estações de trabalho e servidores, contra todos os tipos de ataques, vírus, phishing, malwares, ransomware, funcionado mesmo em equipamentos desconectados da internet, com total confiança, contra novos e futuros ataques, por mais sofisticados que sejam.

Lanzuolo explica que “na fase inicial de lançamento no Brasil, o custo desse seguro, de até um milhão de dólares, será pago pela CLM, sendo mantido o preço normal das licenças do SentinelOne”.

Essa garantia cobre resgates de dados de até um milhão de dólares, mil dólares por estação de trabalho protegida. Essa caução mostra quão confiável é a tecnologia da empresa, que se orgulha de nunca ter tido a necessidade de pagar esse resgate.

Os ataques de ransomware têm evoluído rapidamente e a cada nova variante se mostram mais agressivos, o que requer das empresas inteligência nas camadas de proteção, tecnologias de endpoint protection com inteligência artificial, capazes de evoluir, aprender o comportamento da rede interna e dar respostas mais efetivas a esses ataques.

Segundo o diretor da distribuidora, os ataques começam sempre em alguma estação de trabalho conectada à rede interna e que é vítima de algum phishing, cujas soluções tradicionais de antivírus não detectam. “Criamos um hotsite para nossos clientes conhecerem os detalhes dessa proteção: http://go.clm.com.br/ransomware,” informa.

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