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Relatório destaca benefícios associados às segurança para maturidade na nuvem

Publicado em Atualidades
02 Agosto 2018

Estudo da Netskope aponta para novo modelo de maturidade de segurança em nuvem para orientar empresas

A Netskope anunciou o lançamento de “A Maturidade das Estratégias de Segurança de Aplicações na Nuvem”, relatório encomendado pela Netskope e conduzido pelo Enterprise Strategy Group, que quantifica os benefícios comerciais da adoção de serviços em nuvem liderados pelo usuário. A pesquisa revela que as organizações que adotam uma abordagem pragmática para garantir o uso de serviços de nuvem orientada a usuários e unidades de negócios obtêm benefícios comerciais significativos em comparação às empresas que optam por abordagens mais draconianas e de baixa granularidade. Segundo o relatório, apenas 21% das organizações adotaram esse tipo de abordagem pragmática.

As empresas estão em diferentes estágios da jornada em relação à maturidade de sua segurança na nuvem, tanto em termos de sua abordagem estratégica quanto de medidas táticas. O relatório estabelece três estágios fundamentalmente diferentes de maturidade na nuvem: os “descobridores”, que implantam principalmente corretores de segurança de acesso à nuvem (CASBs) para descobrir e avaliar serviços de TI ou liderados por usuários; os “controladores”, que aplicam políticas, processos e tecnologia CASB de segurança cibernética para realizar os resultados, evitando perda de dados e a introdução de ameaças; e a categoria mais madura conhecida como “ativadores”, que estão bem cientes do uso de aplicativos liderados pelo usuário, mas adotam uma abordagem diferente, permitindo com segurança o retorno de valor comercial que fornecem à organização.

"Os dados deste relatório mostram que muitas organizações, incluindo os 'facilitadores', ainda têm trabalho a fazer para aproveitar as vantagens da nuvem", disse Sanjay Beri, fundador e CEO da Netskope. “Para ajudar a indústria a se aproximar do estágio final de maturidade, desenvolvemos uma ferramenta de autoavaliação para as empresas mensurarem o processo na jornada de segurança na nuvem e esperamos trabalhar com empresas em todo o mundo para acelerar a adoção desses serviços”.

De acordo com o relatório, 48% dos entrevistados foram classificados como descobridores, 31% como controladores e 21% como facilitadores. Outras descobertas importantes incluem:

A maturidade da segurança na nuvem pode afetar o desempenho financeiro: os “ativadores” informaram que excederam suas expectativas de receita em 4,9% em média. Alternativamente, “controladores” e “descobridores” reportaram 3,6%, indicando que a obstrução do uso de serviços em nuvem pode afetar negativamente o desempenho financeiro.

O aumento da maturidade na segurança da nuvem leva a aumento na produtividade: quase metade dos “ativadores” relataram que os serviços em nuvem liderados pelo usuário tiveram um forte impacto positivo na produtividade. Apenas 17% dos “descobridores” e 23% dos “controladores” informaram o mesmo.

A função Cloud Security Architect pode acelerar a maturidade: enquanto quase dois terços dos entrevistados relataram que sua organização tinha um diretor de segurança da informação (CISO), apenas 23% indicaram que sua empresa tinha um arquiteto de segurança na nuvem. Os arquitetos não estão mergulhados apenas nas diferenças técnicas dos serviços em nuvem, mas também apreciam a agilidade comercial que os serviços. Os “facilitadores” têm duas vezes mais chances de empregar esses líderes do que outras organizações.

 “Os serviços em nuvem direcionados a usuários e unidades de negócios têm desafiado o papel tradicional das equipes de segurança e TI corporativas, exigindo que elas decidam agora como proteger o uso da nuvem pela organização”, disse Doug Cahill, analista sênior e diretor do grupo Enterprise Strategy Group. “Esta pesquisa destaca que as organizações com a abordagem mais madura de serviços em nuvem não apenas desfrutam dos benefícios de negócios mais tangíveis, mas também reduzem a postura geral de risco de segurança na nuvem”, conta o executivo.

Do total de entrevistados da pesquisa, espalhados em vários países, 88% trabalhavam em organizações com mais de 1.000 funcionários, enquanto 12% trabalhavam em empresas com 500 a 999 funcionários. Os entrevistados trabalharam em vários setores, incluindo manufatura, serviços financeiros, saúde, varejo e serviços comerciais, entre outros.

Uma cópia do relatório está disponível para download AQUI

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