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Sistemas Seguros migra portfólio de software para a nuvem AWS

Mudança acompanha a evolução de negócios dos clientes e garante alta disponibilidade e escalabilidade

Desenvolvedor de software que não migrar seus sistemas para a computação em nuvem vai perder clientes e oportunidades para novos negócios. A nova arquitetura avança em vários setores da economia e a oferta de software como serviço tende a ser a principal maneira de se vender software no mundo empresarial e no mercado de seguros não é diferente.

Para acompanhar esta evolução, a Sistemas Seguros, desenvolvedora de sistemas para segmento de corretoras de seguros, contratou a Dedalus Prime para avançar em seu projeto de migração de seus produtos de gestão e vendas para o modelo SaaS, a partir dos serviços em nuvem da Amazon Web Services. Com isso, a empresa inaugura uma nova etapa e passa a oferecer produtos com alta disponibilidade e segurança, além de ganhar com a escalabilidade do seu próprio negócio.

Como fornecedor de software, com mais de 20 anos de mercado, a Sistemas Seguros possui mais de 40.000 usuários utilizando seus produtos, em um dos mercados que mais cresce no Brasil, mas muito competitivo e, por isso, busca por inovação para garantir a competividade e reduzir os custos operacionais. Reduzir os investimentos em infraestrutura de TI também faz muita diferença.

A mudança para a nuvem, conta Fernando Rodrigues, diretor comercial e operacional da empresa, é inevitável e um caminho sem volta. A automação dos processos de negócios no setor de seguros caminha rapidamente para o uso de aplicações em nuvem e as empresas estão cada vez mais migrando vários de seus processos para o novo ambiente. “Este é um passo natural, ter acesso as informações a qualquer hora e de qualquer lugar é crucial para o sucesso do negócio de corretagem de seguros, o que nos motivou a buscar um provedor de serviços de alta qualidade em Cloud e com garantia de alta disponibilidade”, comenta.

Antes de se definir pela AWS, Fernando Rodrigues conta que algumas experiências com provedores no Brasil já haviam sido realizadas, mas, os resultados não atenderam à necessidade do projeto, além do desempenho baixo, com falhas no apoio tecnológico e suporte. “Tudo o que precisávamos, encontramos na Amazon Web Services”, revela o executivo.

A migração começou “dentro de casa”, conta ele.  A equipe de TI da Sistemas Seguros ficou responsável por contratar o servidor AWS e a iniciar o projeto de mudança. “No começo funcionou bem, até o momento que a nossa base de usuários começou a crescer, ou seja, os nossos clientes começaram a aderir maciçamente a este modelo de cloud system e nós percebemos que a nuvem que necessitávamos não era mais possível fazer dentro de casa. Então, buscamos na Dedalus – por indicação de alguns de nossos fornecedores - o apoio necessário para isso. É ela quem nos auxilia nesta nova fase de utilização de nossas aplicações na nuvem AWS”.

Os softwares da Sistemas Seguros são desenvolvidos em C# ASP.NET para plataforma Windows com banco de dados SQL Server. Na AWS foram criadas duas zonas para a replicação dos clientes, com as aplicações usando EC2 e S3 e os bancos de dados sendo replicados em máquinas diferentes das aplicações. Tudo está sob auto scaling para que o consumo seja balanceado a 24/7 e é consumido apenas o que os clientes demandam e é pago apenas pelo que realmente é consumido. Para o usuário, avalia Fernando Rodrigues, nada mais é percebido além de reduzir a quase zero a instabilidade no uso das aplicações.

Para dar a resposta afirmativa à evolução do projeto com AWS, a Sistemas Seguros confiou na Dedalus toda a responsabilidade de cuidar do processo e da infraestrutura na Amazon Web Services, para que o pessoal de TI possa focar no negócio, que é desenvolver o software para as corretoras de seguros e não se preocupar com servidores, se ele está rodando ou não. “A Dedalus chegou realmente como parceira para integrar de fato e trouxe uma vantagem grande para nós, acoplando outras tecnologias ao ambiente AWS que não tínhamos antes, como a Trend Micro para aumentar a segurança, a New Relic, que nos ajuda a definir e acompanhar o desempenho das nossas aplicações no ambiente AWS para que tudo isto nos permita gerar um resultado final com qualidade e disponibilidade para o nosso cliente. Com isso, unimos o nosso conhecimento adquirido dentro de casa com a experiência da Dedalus e conseguimos melhorar o serviço oferecido. Podemos dizer agora que estamos caminhando neste universo cloud system, enquanto que há um ano atrás apenas engatinhávamos. Esta parceria com a AWS e Dedalus está sendo muito boa para os nossos negócios”, sentencia.

Viabilidade do Negócio. 

A oferta dos sistemas na nuvem, trouxe, inicialmente, algumas dúvidas para os clientes da Sistemas Seguros, devido a vários fatores, tais como o entendimento sobre a segurança por não saberem exatamente aonde ficariam as suas informações críticas e “nós notamos que este impacto negativo está desaparecendo com o tempo”, releva Fernando Rodrigues. “Os clientes estão bem mais receptivos a este ambiente cloud system. Também criamos um ambiente aonde o cliente pode experimentar a nova arquitetura, para que ele perceba as vantagens do nosso novo modelo, com isto oferecemos uma gama de aplicações que garantem toda a funcionalidade do novo ambiente. Isso tudo deu maior credibilidade ao nosso serviço”

“Estamos fazendo o que antes era impossível e estamos mudando a maneira de oferecer nossos produtos, deixando totalmente de lado a forma tradicional, para oferecer software como serviço, só que agora com mais tranquilidade, sem problemas de estabilidade que muitos fornecedores de software enfrentam nesta transição, principalmente porque não contam com a qualidade e segurança AWS e Dedalus. Agora podemos oferecer nossa linha de software em nuvem com alta disponibilidade e escalabilidade, de acordo com o crescimento da utilização por parte dos clientes. Isso viabiliza o nosso negócio”, destaca o executivo.

Com a mudança para a computação em nuvem, enfatiza Fernando Rodrigues, o setor de corretagem de seguros começa a se beneficiar da vantagem competitiva que a inovação oferece e ter suas aplicações de negócios, gestão e vendas rodando no novo ambiente tecnológico. A Sistemas Seguros tem na nuvem a possibilidade de entregar soluções mais modernas e sempre atualizadas, sem que seus clientes tenham que investir pesadamente em infraestrutura. “Hoje temos um SLA de 99,5%, um resultado que a gente não conseguia em outros provedores. Isso trouxe uma garantia muito grande para os nossos usuários, que quando necessitam usar a aplicação, ela está sempre disponível. Como resultado, aumentamos a credibilidade do nosso negócio”, explica Fernando Rodrigues.

Mais informações:
http://www.sistemas-seguros.com.br
http://www.dedalus.com.br

 

 

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Locamerica garante integração entre Salesforce e SAP com o Magic xpi

Resultado é a perfeita comunicação entre o CRM em nuvem e o ERP on premise para proporcionar melhor gestão do atendimento ao cliente

A Locamerica é uma das principais locadoras de frota de veículos do país, com sede em Belo Horizonte e presença nas principais capitais, com 30 filiais e mais de 29 mil veículos, desde carros populares, executivos, blindados e utilitários.

Com a finalidade de atender ao cliente com maior exclusividade, a Locamerica percebeu a necessidade de investir em tecnologias para ajudar no relacionamento com o cliente e optou pelo CRM em nuvem da Salesforce.com e no ERP da SAP para a gestão de negócios. Para realizar a integração do Salesforce com o SAP e outros sistemas legados, a locadora buscou uma plataforma de integração abrangente para criar uma interface de comunicação entre os sistemas. A plataforma escolhida foi o Magic xpi.

Marcello Moreira, gerente de TI da Locamerica, explica que o Magic xpi trouxe vantagens como flexibilidade, redução de custos e facilidade de manutenção. A escolha foi definida porque a plataforma é homologada pela Salesforce.com e possui conectores prontos tanto para o CRM Salesforce quanto para o ERP SAP, o que facilita a integração e torna a manutenção ágil.

“Como temos um ambiente de informação complexo, composto por vários sistemas que operam de forma autônoma, além do Salesforce e do SAP, a integração proporcionada pelo Magic xpi nos garantiu superar vários desafios, comuns quando o assunto é conectar sistemas distintos. E neste caso, o CRM Salesforce está em nuvem e o ERP SAP não”, explica Moreira.

Rodney Repullo, CEO da Magic Software Brasil, comenta que o projeto de integração da Locamerica acompanha a evolução da computação em nuvem, que necessita de uma comunicação em tempo real com sistemas locais, como é o SAP neste caso. “Além disso, como muitos processos de negócios na locadora são multifuncionais e exigem que os usuários acessem informações em vários sistemas, a integração reduz muito o tempo da busca de informações sobre o cliente, além de possibilitar que a gestão dos negócios a partir dos dados dos clientes da locadora, coletados pelo CRM, possa ser trabalhada pelo SAP em tempo real, sem a necessidade de tarefas adicionais para esta finalidade”.

Mais informações:
http://www.locamerica.com.br
http://www.magicsoftware.com.br

 

COPEL controla processos de negócios e indicadores estratégicos

Com a consolidação dos dados de diversas fontes e das seis unidades de negócios, a solução da MicroStrategy supriu a deficiência na obtenção de informações, agregando valor ao trabalho das equipes técnicas e agora à alta gestão 

Em constante expansão, foi recentemente implantada uma solução de BI direcionada à alta gestão da empresa com o intuito de fornecer de forma ágil diagnósticos sobre os negócios, inclusive agora disponível em qualquer lugar com a utilização do MicroStrategy Mobile

A COPEL (Companhia Paranaense de Energia), responsável por gerar, transmitir e distribuir energia elétrica, visando suprir uma deficiência na obtenção de informações e consolidar os dados de diversas frentes, adotou a plataforma de BI (Business Intelligence) da MicroStrategy.

A decisão de implementar uma solução analítica foi com base na premissa de que a companhia, que conta com mais de oito mil colaboradores, estar dividida em seis unidades de negócios com atuações distintas e necessidades específicas para a gestão de indicadores relacionados a receitas, engenharia, georreferenciamento, dados de clientes e consumo. “O complexo cenário demandava por soluções para reorganizar processos, otimizar negócios e integrar os sistemas. E que ainda possibilitassem que as decisões fossem tomadas com base em informações mais precisas, de maneira mais fácil e segura”, diz Jeferson Guerber Kindl da equipe BI da COPEL.

O BI trouxe inúmeros benefícios para a COPEL, porém, entre os principais, merecem destaque a padronização no acesso aos dados e a automação nos processos de obtenção e geração de informações, possibilitando uma diminuição no ciclo de revisão desses elementos. Com isso, foi possível aprimorar o acompanhamento dos processos de negócios e aumentar a capacidade de análise. Graças ao acesso ágil e eficiente às informações e minimização da necessidade de retrabalho na captura de dados, os custos também puderam ser reduzidos. Outro impacto positivo está relacionado ao acompanhamento do desempenho de indicadores, que é primordial no caso de companhias, como a COPEL, que atuam em um mercado altamente regulado. O BI beneficia o controle sobre os processos de negócios, facilitando o atendimento aos índices legais propostos e controlando o alcance de metas do órgão regulador.

BI presente em todas as áreas

As soluções analíticas atendem hoje aos setores operacionais, como engenharia, recursos humanos e manutenção de redes e são utilizadas para sanar dificuldades em diversos segmentos. No caso da distribuição de energia elétrica, uma das principais necessidades da COPEL era a avaliação de dados das interrupções de energia elétrica na rede de distribuição, como a quantidade, a duração e a causa dessas interrupções, além dos componentes da rede afetados nos casos de ocorrência. Outra demanda era o acompanhamento de indicadores sobre a continuidade de serviços em redes de transmissão e o cálculo por consumidor de indicadores de continuidade no fornecimento de energia elétrica (DIC / FIC / DMIC). Aliado ao geoprocessamento, consultas do histórico do inventário relacionadas à rede elétrica da COPEL também tornaram-se possíveis.

É por meio do BI que a equipe de recursos humanos e o corpo gerencial obtêm e analisam informações históricas e consolidadas que necessitam. Os dados relacionados a POE (Pesquisa de Opinião dos Empregados), por exemplo, estão disponibilizados na ferramenta para análise dos resultados. Além disso, recentemente foi entregue o módulo de “Análise de Utilização da Internet”, que permite aos gerentes analisarem o consumo de banda de internet pelos usuários, identificando problemas, tanto a respeito dos acessos indevidos, como de consumo excessivo.

Anteriormente, o trabalho com o BI era mais focado no corpo operacional da empresa. A importância desta nova perspectiva é a possibilidade de extração das informações diretamente dos sistemas chave, como ERP, solução de gestão dos consumidores (CIS), GEO, entre outros, sem necessidade de utilização de mão de obra do corpo funcional para a produção de relatórios para apoiar a gestão.

“A total independência que o BI possibilita às áreas operacionais diminuiu o tempo de resposta aos gestores e garantiu maior confiabilidade das informações. Por meio das análises prestadas pelo BI, a companhia consegue ter maior aderência ao planejamento estratégico, pois os desvios serão percebidos em menor tempo”, ressalta Josiane Gonçalves Gaspar da equipe BI da Copel.

Projetos em andamento

Desta forma, o foco atual no desenvolvimento do BI na COPEL tem sido o total alinhamento das soluções com as estratégias do negócio, proporcionando o cruzamento de múltiplas fontes de informação e ao mesmo tempo disponibilizando o dado correto no momento oportuno para os gestores do alto escalão. Exatamente com este objetivo foi implementado recentemente o projeto de Indicadores Estratégicos - patrocinado pela área de Planejamento Estratégico - contemplando as informações do BSC (Balanced Scored Card) da empresa, que podem agora ser acompanhados e comparados em um painel único. A segunda fase deste projeto já está em execução e permitirá acompanhar os indicadores não apenas consolidados nos negócios, mas também desdobrados nas diversas áreas do organograma.

Já o outro projeto que também está em andamento é voltado para o acompanhamento de indicadores específicos da COPEL Distribuição, unidade de negócio responsável pela distribuição de energia elétrica. Porém, o ponto alto da nova abordagem que o BI está recebendo na empresa é o encaminhamento dado no sentido de que as principais soluções sejam implantadas já permitindo acesso através de dispositivos móveis. Fazendo uso do MicroStrategy Mobile, hoje os gestores podem contar com as informações necessárias em qualquer lugar, inclusive em deslocamento.
Sendo esta uma tecnologia que está em expansão na COPEL, a demanda pela disponibilização de informações tende a crescer em diversas áreas, tanto operacionais quanto de gestão. As ferramentas da MicroStrategy facilitam, na opinião de Elon Carlo Valério, gerente da divisão de soluções de TI que abarca a área de BI da COPEL, o atendimento dessas demandas, tornando mais ágil o desenvolvimento de novas aplicações. Além disso, são aderentes aos padrões internos de desenvolvimento adotados pela empresa.

A empresa também está passando por um processo de migração da plataforma MicroStrategy para uma versão mais atual e espera, assim, conseguir adequar o ambiente para possibilitar o trabalho de um número maior de desenvolvedores, disponibilizar novas funcionalidades de análise e efetivar o cruzamento de dados de fontes diversas, inclusive de planilhas eletrônicas. A estratégia passa pela implementação do “self-service BI”, possibilitando que usuários chave possam criar análises em áreas restritas, além de viabilizar iniciativas em Big Data.

Graças às facilidades de desenvolvimento permitidas pela solução adotada, a equipe de BI composta por Josiane Gonçalves Gaspar, Jeferson Guerber Kindl, Milto Ré, Carlo Paiva e Luciane Dambros, executa seu trabalho de forma que sempre dois profissionais estão envolvidos em todas as iniciativas, garantindo o pleno atendimento aos usuários de todas as áreas da empresa.

A solução da MicroStrategy foi adotada pela primeira vez na COPEL em 1998 e ao longo dos anos o projeto passou por modificações e adaptações para aderir totalmente à dinâmica do negócio. Com a recente adoção do ERP SAP e uma nova solução de billing, projetos que continham ferramentas de BI de outros players passaram por uma nova avaliação, resultando na opção da empresa pela padronização e adoção de uma única ferramenta.

A escolha pela MicroStrategy como solução de front end padrão deu-se por diversos aspectos, entre eles a capacidade de acesso às informações inseridas no SAP BW de uma forma rápida e eficiente; de cruzamento de múltiplas fontes de informação; e de desenvolvimento de aplicações com acabamento em dashboards e scorecards de forma rápida e intuitiva. Também foram decisivas para a escolha o fato da plataforma mobile da MicroStrategy já portar aplicações pré-formatadas e de viabilizar a criação de novos apps em ambiente móvel, de forma rápida e intuitiva. A funcionalidade de data explorer que facilita e dá mais poder aos usuários de negócios foi outro fator determinante. Além disso, a plataforma da MicroStrategy conta com características que trazem facilidade e aumentam a produtividade no desenvolvimento de novas aplicações, além de escalabilidade, governança e administração da utilização.




Prefeitura do Rio amplia acesso à informação para o cidadão com o portal Carioca Digital

 

ADDTECH foi contratada para desenvolver o projeto. Tecnologia Magic xpi foi escolhida para integrar as bases de informações das secretarias municipais

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