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Brasil ganha câmara arbitral especializada em TI e e-commerce

Fundada em 2013, a CIAMTEC – Câmara Internacional de Arbitragem e Mediação em Tecnologia da Informação, E-commerce e Comunicação, está iniciando suas atividades neste ano. A entidade foi concebida para solucionar litígios e conflitos que ocorrem pela Internet, atuando como um Tribunal de Arbitragem com uma equipe especializada.

Para José Milagre, árbitro fundador e idealizador da iniciativa, a popularização da rede, aumento das compras online e transações digitais gerou um grande número de questões polêmicas e controversas atreladas à Internet: “Muitas vezes, essas questões são apresentadas a julgadores que não possuem experiência em tecnologia e correm o risco de tomar decisões desacertadas e inseguras”, afirma.

Para a composição da equipe, Marcio Luís Marques, primeiro-secretário e responsável pela arbitragem e mediação da CIAMTEC no Estado do Rio de Janeiro, destaca que os árbitros da Câmara são submetidos a um rigoroso processo de seleção, visando encontrar profissionais que dominem o tema tecnologia e Internet: “Prezamos pela qualidade na execução dos julgamentos, que seguem um parâmetro internacional de planejamento, de modo a proporcionar um melhor aproveitamento nos processos”, acrescenta Marques.

Dentre as pautas que serão tratadas pela Câmara, incluem-se fraudes e golpes eletrônicos; contratos e projetos de TI; licitações envolvendo informática; desenvolvimento de softwares; mídia digital; violação à privacidade; concorrência desleal; compras coletivas e promocionais; dentre outros.

 

 

Mais informações: http://ciamtec.com.br

Fonte:  E-Commerce News


 

 

Prefeitura de São Paulo lança programa de apoio às startups

Fórum realizado no dia 29 de agosto marcou o lançamento da política que irá apoiar a criação e o desenvolvimento de startups nos diferentes estágios de crescimento. O evento reuniu líderes do setor de tecnologia e teve transmissão ao vivo pela internet
 
Com o objetivo de estimular a inovação e o empreendedorismo tecnológico, a Prefeitura lançou nesta sexta-feira (29) a política de estímulo à inovação e ao desenvolvimento de startups na cidade de São Paulo, a Tech Sampa. O lançamento acontece durante o Fórum “Construindo Startups de Classe Mundial”, que reuniu líderes de governo e empresários do setor na Praça das Artes, no Vale do Anhangabaú, às 8h. O evento foi transmitido ao vivo pelo portal da Prefeitura.

A Tech Sampa irá apoiar a criação e o desenvolvimento de startups nos diferentes estágios de crescimento, promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável de produtos e serviços tecnológicos. O objetivo é atrair e manter startups com alto potencial de crescimento. A política pretende ainda potencializar o ambiente de interação, troca e cooperação entre os diversos atores, conectando o ecossistema de startups local aos demais polos mundiais de tecnologia.

As ações estruturais da Tech Sampa serão coordenadas por quatro programas específicos de fomento comandados, de acordo com seus objetivos, pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo e pela Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico. Os quatro programas são:

- O programa Valorização de Iniciativas Tecnológicas – Vai Tec irá apoiar financeiramente projetos inovadores, especialmente aqueles ligados à área de tecnologia da informação e comunicação, inclusive com bolsas.
- O programa de Fomento e Pré-Aceleração de Startups, oferecerá apoio (financeiro, mentoria, infraestrutura) a startups em estágio inicial. O objetivo é facilitar a transição de boas ideias em boas empresas.
- O Apoio a Aceleração de Startups, realizado em parceria com o Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação, é um conjunto de ações estratégicas que visam potencializar o crescimento de startups que já passaram pelo estágio inicial de desenvolvimento. O objetivo é acelerar o crescimento de empresas de inovação já formadas, por meio de captação de recursos, oferecimento de infraestrutura.
- O programa de Apoio à Capitalização de Startups compreenderá ações e parcerias voltadas a facilitar a obtenção de capital de risco junto a instituições financeiras públicas ou privadas, bancos de desenvolvimento, empresas públicas que promovem o desenvolvimento econômico e social, sociedades e fundos de financiamento e investimento específicos, bem como ações que visem aumentar a base de investidores-anjo na cidade de São Paulo.

Além disso, a Secretaria Municipal de Transportes continuará à frente do Laboratório de ITS (Sistemas Inteligentes de Transporte) e Padrões Abertos da Cidade de São Paulo, que busca fomentar a pesquisa e apoiar a criação de Startups e soluções voltadas para a melhoria da mobilidade urbana.

Fórum
A Tech Sampa foi lançado durante o Fórum “Construindo Startups de Classe Mundial”, com a participação de líderes de governo e empresários do setor. No encontro, palestrantes e convidados apresentaram casos de sucesso e também as iniciativas e estruturas de apoio às empresas nascentes de base tecnológica, além do papel dos principais agentes incentivadores da inovação de capital empreendedor.

Os painéis contaram com a presença do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o presidente da Finep, Glauco Arbix, e de líderes do setor de tecnologia, como o presidente do Google no Brasil, Fábio Coelho; o CEO da Easy Taxi, Tallis Gomes; e o diretor de Estratégias de Mercado da Totvs, Flávio Balestrini, entre outros.

Os cargos de TI com maiores salários no Brasil

 

A Catho divulgou a 47ª edição da Pesquisa Salarial e de Benefícios, estudo trimestral com mais de 497 mil respondentes em 1,5 mil cidades brasileiras.

Os dados segmentados sobre a área de TI mostram não só os cargos técnicos mais bem remunerados mas outros aspectos importantes para garantir melhor remuneração aos profissinais da área de Tecnologia da Informação.

O ranking TOP 15 de salários dos cargos relacionados à Tecnologia da Informação mostra que o mercado segue aquecido para esses profissionais. Administrador de Banco de Dados (DBA) é o cargo que melhor remunera, com salário médio de R$ 5.930,40. Arquiteto de Sistemas e Arquiteto de Java seguem nas segunda e terceira colocações no ranking.


 

 

 

 



 

 

 

 

 

 Qualificação

Os salários, por áreas de atuação, também sobem na medida da qualificação do profissional. Além da experiência, ditada por anos de trabalho no setor, a formação acadêmica também pode significar um incremento importante no salário. Um profissional de Arquitetura da Informação com mestrado ou doutorado pode ganhar até 74,7% mais do que um que possui apenas formação superior.

 

 

 

 

 

 

 

 

“Os cargos relacionados à tecnologia seguem aquecidos no Brasil. O crescimento dos salários de profissionais da área é reflexo dos crescentes investimentos no país em infraestrutura de tecnologia, aliados à falta de mão de obra especializada no segmento, que também eleva o valor do profissional capacitado”, informa Luís Testa, head de Estratégia e Pesquisa da Catho.

Inglês é fundamental

Outro ponto que pode turbinar o salário do profissional do segmento é a questão da fluência em outro idioma. Em alguns casos, como para a área de Processamento de Dados, o salário pode mais do que dobrar quando o profissional fala outra língua.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Catho viabiliza mensalmente 15 mil contratações por meio do site, que hoje tem mais de 280 mil vagas de emprego anunciadas. Atualmente, a Catho oferece produtos direcionados aos profissionais, como Análise e Elaboração de Currículo, Simulação de Entrevista e Cursos Online, bem como soluções para as empresas, como a Atração dos Melhores e o Recrutamento Perfeito.

 

Instituto Brasileiro de Museus mapeia o primeiro Museu do Videogame do país

 

Com mais de 200 consoles e mais de 6 mil jogos, Museu do Videogame Itinerante agora faz parte do banco de dados do Ibram e rodará o Brasil com exposições que permitirão aos visitantes não só conhecer, mas também jogar games clássicos dos últimos 42 anos

Atari, Nintendinho, Master System, Mega Drive, Nintendo 64, Sega Saturn, Dreamcast, Game Cube, Xbox, Playstation 1. É raro encontrar alguém com menos de 40 anos que já não tenha jogado ou pelo acompanhado alguém jogar alguns dos videogames clássicos que fizeram história no Brasil e no mundo. Jogos como River Raid, Enduro, Pac-Man, Super Mario Bros, The Legend of Zelda, Donkey Kong, Sonic, Alex Kid, Top Gear, Street Fighter, Mortal Kombat, Final Fantasy, Castlevania, entre muitos outros, ficaram marcados na infância e adolescência de milhões de pessoas. E mesmo com a nova geração de videogames, são muitos que ainda cultivam boas lembranças dos aparelhos de 2, 8, 16, 32, 64 ou 128 bits.

E para aqueles que curtem jogos eletrônicos de todas as épocas, a boa notícia é que o Ibram – Instituto Brasileiro de Museus (www.museus.gov.br) acaba de mapear o primeiro Museu do Videogame do país. Criado há cinco anos pelo jornalista e curador, Cleidson Lima, o Museu do Videogame Itinerante, que não tem sede fixa, passará este ano a visitar cidades de todos os estados do Brasil. Desde 2011, mais de 450 mil pessoas conheceram o acervo que é exposto apenas durante 15 dias do ano, na capital de Mato Grosso do Sul. Em fevereiro deste ano, mais de 160 mil pessoas visitaram a exposição no shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande, que contou com apoio da PlayStation Brasil, Intel, Ubisoft, Oi e Kingston.

Devido ao grande número de pedidos, toda a coleção ganhará o país por meio de parcerias e patrocínios de shoppings, instituições e empresas privadas. Já estão previstas exposições em Fortaleza, Belém, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, entre outras. Esses apoios possibilitarão que as exposições sejam gratuitas para o público em geral.

De acordo com Cleidson Lima, os visitantes encontrarão mais de 200 consoles de todas as gerações nos últimos 42 anos. Entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976 (primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro videogame fabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985).


E as raridades não param por aí. Há itens realmente desconhecidos até mesmo para alguns colecionadores, como o Coleco Telstar Arcade, de 1977. Lançado na era pong, o console era triangular e cada um dos seus lados tinha um controle diferente. Seguindo a mesma linha, o Museu do Videogame Itinerante traz o Coleco Telstar Combat, de 1977, que tinha como foco o público que gostava de tanques de guerra. Outro videogame do acervo, o Action Max, de 1987, trazia jogos de tiro em fitas de videocassete. Os curiosos também podem curtir o Bandai Pip Pin Atmark, o único videogame criado pela Apple, em 1995. Todos os itens trazem informações com nome, data de lançamento e detalhes técnicos dos videogames. Alguns consoles antigos trazem também vídeos com comerciais de época e detalhes de como funcionavam.

Um dos diferenciais do Museu do Videogame Itinerante é que, além de conhecer consoles e jogos raros, os visitantes também podem jogar em alguns videogames que fizeram história, tais como o Telejogo Philco-Ford (1977), Atari 2600 (1976), Nintendinho 8 bits (1985), Master System (1986), Mega Drive (1988), Super Nintendo (1990), Nintendo 64 (1996), Game Cube (2001), Sega Dreamcast (1998), Xbox (2001), Playstation 1 (1994), entre outros.

“Temos grandes colecionadores no país que fazem parte de grupos que lutam para preservar a história, como o Canal 3, e o Museu do Videogame Itinerante chega apenas como mais um para auxiliar nessa tarefa. Não temos intenção de ser o maior ou melhor, mas sim mostrar ao público que os jogos eletrônicos precisam ser reconhecidos também como história, cultura e arte. Para as novas gerações de consoles existirem, como PlayStation 4, Xbox One, Wii U, entre outros, houve mais de quatro décadas de evolução”, explica Cleidson Lima.



 

São Paulo terá novos Parque Tecnológico e Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia

O governador Geraldo Alckmin assinou no dia 2 de julho uma autorizo para disciplinar a gestão do Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. O empreendimento será administrado diretamente pela Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI), por meio de sua Subsecretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Durante a cerimônia de lançamento também foi assinado um protocolo de intenções com o Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que prevê a instalação de uma aceleradora de empresas.

De acordo com o secretário da SDECTI, Nelson Baeta Neves Filho, o documento firmado vai orientar a criação de um Conselho Estratégico para gestão do parque que deverá ser formado pela SDECTI, Universidade de São Paulo (USP) e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “Em seu primeiro mandato, o Conselho será presidido pela USP, o que contribuirá para a interação da comunidade acadêmica, institutos de pesquisas e iniciativa privada”, explica.

Sobre o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo

Localizado na zona oeste da capital, o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo está instalado no entorno da Avenida Engenheiro Billings, junto ao maior polo de Ciência, Tecnologia e Inovação da América Latina (USP, IPT, Ipen e Butantan). O complexo é voltado aos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Saúde, Nanotecnologia, Novos Fármacos e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em acessibilidade, usabilidade e comunicabilidade para pessoas com deficiências e outros.

O empreendimento terá área total superior a 200 mil m², contanto com terrenos do Governo do Estado (46 mil m²), da USP (40 mil m²) e IPT (200 mil m²).

Na área correspondente ao governo, já está implantado e equipado o prédio do núcleo com 6 mil m², que recebeu mais de R$ 18 milhões em recursos para obras e equipamentos. A edificação já está preparada para abrigar empresas, centros de inovação, laboratórios de pesquisa, escritórios de financiadoras de projetos, serviços de administração, apoio, disponibilizando ainda espaços para eventos, com auditórios e locais para exposições. Outros R$ 5,4 milhões são investidos no entorno do parque, que compreende jardinagem, paisagismo e estacionamento. As adequações já estão em fase de finalização.

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